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Lei da Masculinidade Sadia
“Hoje se exige do treinador que saiba enfaixar o tornozelo de um menino. Mas não se exige que ele saiba o que fazer quando um menino de 14 anos fala de uma menina como se ela não fosse gente. Eu quero mudar isso.”O projeto principal
O treinador de base (dos 8 aos 17 anos) que recebe dinheiro público passa a ter formação para reconhecer e interromper o machismo no vestiário. Entra na Lei Geral do Esporte, custeado pelo Fundo Nacional do Esporte, sem criar órgão novo. Escolinha sem verba pública adere se quiser, com selo. E o próprio projeto veda conteúdo ideológico: forma o adulto, não doutrina o atleta.
Aproveita o único dia em que o Estado tem quase todo homem de 18 anos na frente dele (mais de 1 milhão por ano) para incluir na cerimônia de entrega do Certificado de Dispensa de Incorporação conteúdo sobre violência doméstica e relações igualitárias. Usa a estrutura que já existe; não cria órgão nem custo novo.
