O que este site faz com o seu dado
Este site não tem conta, não tem senha e não chama nenhum servidor de fora para saber quem você é. Quatro coisas aqui envolvem dado de gente, e todas as quatro estão explicadas abaixo: o registro de acesso que todo servidor é obrigado por lei a guardar, o relato que você escolhe escrever no formulário de reportar incidente, o cadastro de quem preenche a página de participar, e o que você responde na página de ajudar a mapear. Esta página explica as quatro em detalhe, e como pedir para apagar.
Em uma tela
- Nenhuma conta, nenhuma senha. Para ler qualquer coisa aqui você não precisa se identificar, e o site nunca pede CPF nem título de eleitor.
- Nenhum cookie. O site não grava nada no seu navegador, nem antes nem depois de você usar o formulário, e por isso não existe banner pedindo permissão de cookie.
- Nenhum rastreador. Não há Google Analytics, pixel do Facebook, mapa embutido, vídeo do YouTube nem fonte do Google. Texto, imagem, fonte e programa saem todos deste mesmo endereço.
- Registro de acesso, sim. O servidor anota o endereço de internet de quem visita, junto com data, hora e página aberta. É exigência do Marco Civil da Internet, e o prazo é de seis meses.
- A sua foto não sai do seu aparelho. O gerador de foto de perfil monta a imagem dentro do seu próprio navegador. Nenhum servidor recebe a foto que você escolhe.
- Três formulários, e só três. O de reportar incidente, o de participar e o de ajudar a mapear. Cada um tem uma regra diferente e uma seção própria abaixo. A diferença curta: reportar e mapear não guardam o seu endereço de internet junto do que você escreve; participar guarda, de propósito, como prova de que foi você quem autorizou.
- Em Ajude a mapear você não precisa se identificar. Nome, e-mail e telefone ficam num bloco separado, com autorização própria, e sem eles a sua contribuição vale igual. Não há endereço em campo nenhum, e o registro é apagado sozinho um ano depois de encerrado.
- Quem se cadastra em participar entrega opinião política, que a LGPD trata como dado sensível. Por isso a caixa de autorização é obrigatória, o texto está inteiro na tela, o cadastro é só para quem tem 16 anos ou mais, e sair da lista é um pedido por e-mail ou WhatsApp, sem justificar nada.
Quem responde por este site
O responsável pelo tratamento dos dados, o que a lei chama de controlador, é a campanha eleitoral de Guilherme Pallesi.
- Candidato: Guilherme Pallesi, candidato a deputado federal, número 1508.
- Partido: MDB, número 15.
- CNPJ da campanha: 68.293.798/0001-40.
- Canal de contato e encarregado pelos dados: canalguipa@gmail.com.
Esse mesmo endereço de e-mail é o canal para exercer qualquer direito descrito aqui embaixo, e também para reportar um incidente.
O registro de acesso do servidor
Quando você abre uma página, o servidor anota uma linha de registro. Essa linha contém:
- o endereço de internet do seu acesso, o chamado IP;
- a data e a hora;
- o endereço da página que você pediu;
- o navegador e o sistema que você está usando;
- e a página de onde você veio, quando o seu navegador informa.
Por que isso é guardado. O artigo 15 do Marco Civil da Internet obriga quem mantém uma aplicação na internet a guardar o registro de acesso por seis meses. Não é uma escolha da campanha, e não dá para desligar. Na linguagem da LGPD, a base legal é o cumprimento de obrigação legal, no artigo 7º, inciso II.
Para que não é usado. Esse registro não é usado para montar perfil de ninguém, não é cruzado com nenhuma outra base, não alimenta anúncio, não é vendido e não é entregue a empresa de marketing.
Como é descartado. O servidor guarda cada dia de registro num arquivo separado e apaga sozinho, todo dia, o que passou de seis meses. Não depende de ninguém lembrar.
Quando pode sair daqui. Só por ordem judicial ou por pedido formal de autoridade competente, que é exatamente a hipótese para a qual a lei manda guardar.
O relato que você manda pelo formulário
Desde 29 de agosto de 2026 existe um formulário em reportar incidente. Ele e o cadastro de participar, na seção seguinte, são as duas únicas coisas neste site que recebem dado de quem visita, e por isso são as partes mais importantes desta página.
O que ele pede. O assunto do relato, escolhido numa lista. O texto do que aconteceu. O link ou a página onde aconteceu, se você tiver. E um contato, e-mail ou telefone, que é opcional.
O que ele não pede, e não guarda. Não pede o seu nome. Não pede CPF, título de eleitor nem data de nascimento. E o seu endereço de internet não é guardado junto do relato: ele é usado só na memória do servidor, por 24 horas, para impedir que um robô mande mil mensagens seguidas. Sem preencher o contato, o relato chega anônimo de verdade, e é lido do mesmo jeito.
Onde ele fica, e por quanto tempo. O relato é gravado em arquivo no servidor em Campinas e entra numa fila. A fila fecha quando junta 5 relatos ou quando passam 12 horas, o que vier antes. Fechada a fila, o conteúdo é enviado por e-mail para o canal da campanha, canalguipa@gmail.com, e o arquivo é apagado do servidor no mesmo instante. Ou seja: no servidor, um relato existe por no máximo 12 horas.
Depois disso, ele vive numa caixa de e-mail. Essa caixa é do Gmail, operado pelo Google, o que significa que o conteúdo passa a estar em servidor de empresa estrangeira. A regra interna da campanha é apagar o relato quando o assunto se encerra, e você pode pedir a exclusão a qualquer momento pelo mesmo endereço.
Base legal: o seu consentimento. Nada aqui obriga ninguém a escrever. Quem escreve está consentindo, e o formulário diz isso em cima do botão de enviar. Se o texto contiver informação sobre saúde, vida sexual ou origem racial, o que é possível num relato de violência, ele é dado sensível, e o consentimento também é a base legal para esse caso, no artigo 11, inciso I da LGPD.
Um pedido honesto. Escreva o que for necessário para a campanha entender o caso, e nada além. Nome completo de terceiro, endereço de outra pessoa e detalhe íntimo que não muda a resposta são informações que, uma vez enviadas, passam a existir numa caixa de e-mail que não é sua.
Para que o relato é usado. Para responder você, quando houver contato; para pedir remoção a plataforma, quando for perfil falso ou conteúdo adulterado; para corrigir o site, quando for erro nosso; e para orientar o trabalho legislativo, sempre de forma agregada e sem nome. Nenhum relato é publicado, citado em rede social ou usado em material de campanha sem autorização escrita de quem escreveu.
O que o formulário não é. Ele não aciona polícia, não gera boletim de ocorrência e não é atendimento de emergência. O aviso está no topo da própria página.
O cadastro que você faz na página de participar
Desde 5 de setembro de 2026 existe um formulário em participar, para quem quer receber informação da campanha e ser chamado para ajudar. Ele é opcional: todo o conteúdo do site continua aberto para quem não preencher nada.
O que ele pede. Nome completo, e-mail, celular com WhatsApp, CEP, número, rua, bairro, cidade e estado. O perfil nas redes é opcional. O endereço serve para o envio de material da campanha à sua residência e para chamar você para ação perto de casa, e é só para isso que ele é usado.
Por que isso é dado sensível. Ao se cadastrar numa campanha, você revela a sua opinião política, e a LGPD trata isso como dado pessoal sensível no artigo 5º, inciso II. A consequência prática é que a campanha não pode guardar esses dados por conveniência, nem com base em "interesse legítimo": precisa do seu consentimento específico, destacado e informado, que é o artigo 11, inciso I. É exatamente por isso que a caixa de autorização no formulário é obrigatória, não vem marcada e traz o texto inteiro na tela, em vez de um link para outra página.
A prova do aceite. Junto do seu cadastro ficam gravados o texto exato que você aceitou, a versão dele, a data e a hora, e o endereço de internet do momento em que você marcou a caixa. Isso existe para uma coisa só: comprovar que o consentimento aconteceu. Esse endereço não aparece na tela de quem trabalha na campanha e não é usado para localizar ninguém.
O cadastro vale assim que você envia. Não existe link de confirmação: o que você preencher entra na lista na hora e passa a ser visto pela equipe da campanha. Entre 5 e 6 de setembro de 2026 houve uma confirmação por e-mail, que foi retirada. Duas consequências, ditas com todas as letras: o site não tem como saber se foi você mesma quem preencheu, então alguém pode cadastrar outra pessoa; e um e-mail digitado errado entra na lista sem ninguém perceber, porque nada é enviado para testá-lo. Se você foi cadastrada por outra pessoa, ou quer sair por qualquer motivo, escreva para o canal abaixo e o cadastro é apagado, sem justificativa nenhuma. Quem preenche de novo com um e-mail que já está na lista não substitui o cadastro anterior: os dois ficam guardados e a equipe confere qual fica.
Idade mínima. O cadastro é para quem tem 16 anos ou mais, a idade do voto, e a caixa de autorização inclui essa declaração. O site não tem como conferir idade. Se a campanha perceber que um cadastro é de alguém abaixo disso, ele é apagado.
Onde ele fica. Num arquivo no servidor em Campinas, o mesmo que serve este site, em pasta que só o programa do cadastro lê. Ele não é enviado por e-mail, não vai para planilha na nuvem e não é comercializado. Além da equipe da campanha, só acessa quem presta serviço para as finalidades acima, sob as mesmas regras. Quem da equipe precisa ver a lista entra num painel protegido por senha, no próprio site, e esse painel não tem botão de baixar a lista: a equipe trabalha na tela, com filtro por cidade e bairro. Toda entrada no painel e toda exclusão ficam registradas com data e endereço de internet de quem fez.
Por onde a campanha fala com você. Pelo e-mail e pelo WhatsApp que você informou. Para isso, o seu nome, o seu e-mail e o seu número passam pelos serviços que fazem essa conversa acontecer: o Gmail, do Google, e o WhatsApp, da Meta, que são empresas estrangeiras com as suas próprias políticas. A lista em si não sai do servidor, mas cada mensagem enviada a você existe nesses serviços. As mensagens são mandadas por pessoa da equipe, uma a uma, e nunca por ferramenta de disparo em massa, que a Justiça Eleitoral proíbe.
Por quanto tempo. Pelo período necessário às finalidades para as quais os dados foram coletados e ao cumprimento das obrigações legais da campanha. A campanha trabalha com 4 de abril de 2027, seis meses depois da eleição, como a data em que a lista deixa de ser necessária, e o painel da equipe avisa quando ela chega. Antes disso, você pode sair quando quiser: é um pedido pelo canal abaixo, sem justificar nada.
Para que é usado, e para que não é. É usado para mandar informação e material da campanha e para falar com você sobre como participar das atividades. Não é vendido, não é trocado, não é doado e não é cruzado com nenhuma outra base. Quem acessa é a equipe da campanha e, quando necessário para essas mesmas finalidades, prestador de serviço contratado, sob as mesmas regras.
Como sair. Escreva para canalguipa@gmail.com ou mande mensagem para 11 92558-1277 pedindo para sair da lista. Não é preciso justificar, não é preciso preencher formulário nenhum, e o cadastro é apagado por inteiro, não apenas marcado como inativo, em até 48 horas. Toda mensagem que a campanha mandar traz o jeito de sair: responder com a palavra SAIR já basta.
O que você responde em Ajude a mapear
Desde 7 de setembro de 2026 existe a página Ajude a mapear, um levantamento da campanha sobre violência contra a mulher. Ela é diferente do reportar incidente, que serve para avisar de perfil falso, vídeo adulterado ou erro neste site.
O que ela é, e o que ela não é. É uma contribuição para um mapa: as respostas viram números que mostram o que os registros oficiais não capturam. Não é atendimento. A campanha não apura caso individual, não representa ninguém e não substitui a polícia nem os órgãos públicos de proteção.
O que ela pede, e o que é opcional. Obrigatórios são só três: se a violência está acontecendo agora, o tipo, e o estado. Todo o resto (cidade, idade, cor ou raça, relação com quem cometeu, tempo, se houve registro oficial e o texto livre) é opcional, e pular qualquer um não invalida a contribuição.
Nunca existe campo de endereço. Município e estado, e só. Não há rua, número nem bairro em nenhum campo da página, e pedimos no próprio formulário que você não escreva endereço no texto livre.
Seus dados de contato são um bloco à parte, com autorização própria. Nome, e-mail e telefone ficam num bloco separado, facultativo, com uma segunda caixa de autorização que só serve para isso: receber novidades da campanha e ser procurada. Sem preencher esse bloco, a sua contribuição entra no levantamento exatamente igual. Se você preencher contato sem marcar a autorização, o envio é recusado em vez de guardado.
O seu endereço de internet não é guardado junto do que você responde. Ele fica na memória do servidor por 24 horas, só para impedir que um robô mande mil respostas, e some. Isso vale mesmo que você preencha o seu nome. Aqui é o contrário do cadastro de participar, onde o endereço é gravado de propósito como prova do consentimento: quem se cadastra está pedindo para ser contatada, e quem conta uma violência pode estar fugindo de alguém. O que não é gravado não vaza e não pode ser pedido em juízo.
Não existe número de acompanhamento. Você não recebe protocolo e não há tela para consultar andamento. Isso é decisão, e não falta: a página mapeia, não trata caso individual. Quem quiser falar com a campanha usa o canal de privacidade abaixo.
Onde fica, e quem lê. Num arquivo no servidor em Campinas, o mesmo que serve este site, em pasta que só o programa da página lê. Quem da equipe precisa ver entra num painel protegido por senha, no próprio site. É o mesmo painel em que a equipe vê os cadastros de quem quer participar da campanha, em duas abas separadas, mas as duas listas não se cruzam: são arquivos diferentes, telas diferentes, e nenhuma busca atravessa de uma para a outra. O painel não tem botão de baixar a lista: a equipe trabalha na tela, com filtro. Toda entrada no painel, toda mudança e toda exclusão ficam registradas com data.
Por quanto tempo. Enquanto a equipe ainda está lendo, nada é apagado. Quando ela marca o registro como concluído, começa a contar um ano, e no fim desse prazo ele é apagado sozinho pelo servidor, sem depender de ninguém lembrar. Se um registro concluído for reaberto, o prazo zera.
Como apagar antes. Escreva para canalguipa@gmail.com ou mande mensagem para 11 92558-1277 pedindo para apagar, dizendo a data aproximada do envio e algum detalhe que permita achar o registro. Não é preciso justificar, e ele é apagado por inteiro, não apenas marcado como encerrado.
Registros anteriores a esta mudança. Entre a manhã e a tarde de 7 de setembro de 2026 esta página funcionou como um canal de denúncia, com número de protocolo. O que chegou naquele período continua guardado com as mesmas regras de sigilo e o mesmo prazo, e continua podendo ser apagado a pedido, pelos mesmos contatos acima. O que deixou de existir foi a consulta pelo número.
Esta página não é emergência. Ela é lida em horário comercial. Se você está em perigo agora, ligue 190 para a polícia ou 180 para a Central de Atendimento à Mulher, que funcionam 24 horas, são de graça e atendem sem você se identificar.
A foto que você escolhe no gerador de foto de perfil
A página Sua foto de perfil pede uma foto para montar a moldura da campanha em cima dela. Essa foto não é enviada para lugar nenhum. Quem abre o arquivo, monta a imagem e devolve para você é o seu próprio navegador, dentro do seu aparelho.
Não existe envio naquela página: nenhum servidor da campanha, nem qualquer outro, recebe a imagem. A campanha não guarda, não vê e não tem como saber que foto você escolheu, nem que você usou a ferramenta. Ao sair da página não fica nada gravado no navegador.
A imagem pronta só existe depois que você mesmo clica em baixar ou compartilhar, e vai para onde você mandar.
Cookies: este site não usa nenhum
Cookie é um pedacinho de informação que um site grava dentro do seu navegador para reconhecer você depois. Este site não grava nenhum, nem próprio nem de terceiro, e também não usa as outras formas de guardar coisa no navegador.
É por isso que você não viu um aviso pedindo permissão de cookie ao entrar. Não é esquecimento: é que não há o que permitir. Pedir consentimento quando não existe coleta é considerado prática incorreta pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados, além de atrapalhar quem navega por leitor de tela.
O formulário de relato também não grava cookie: ele manda o que você escreveu e acabou, sem deixar nada para trás no navegador. Se um dia entrar aqui um vídeo embutido, um mapa ou uma ferramenta de medição de audiência, esta página muda no mesmo dia e o aviso de consentimento passa a aparecer.
Onde este site está hospedado
O site fica em servidor de provedor estabelecido no Brasil, em Campinas, São Paulo. Isso atende a exigência da Justiça Eleitoral de que o site de candidato esteja hospedado no país, e mantém o registro de acesso dentro da jurisdição brasileira.
O serviço que traduz o nome do site em endereço de servidor, o DNS, é operado por empresa estrangeira e enxerga apenas essa consulta de nome. Ele não recebe nem intermedeia o conteúdo das páginas.
Links que levam para fora daqui
O rodapé leva para os perfis do Guipa no Instagram, TikTok, X, Kwai e Threads, e para o site para imprensa em guilhermepallesi.com.br. A partir do momento em que você clica, quem manda é a política de privacidade daquele outro serviço, não esta. Redes sociais coletam muito mais dado do que este site, e essa coleta está fora do alcance da campanha.
Os telefones 190 e 180, que aparecem no rodapé de todas as páginas, são serviços públicos de emergência. A ligação não passa por este site e a campanha não fica sabendo que você ligou.
Seus direitos, e como usar
O artigo 18 da LGPD garante a você, sobre dado seu que esteja aqui, o direito de: confirmar que existe tratamento; acessar o dado; corrigir dado incompleto ou errado; pedir anonimização, bloqueio ou eliminação de dado desnecessário ou tratado fora da lei; pedir a portabilidade; ser informado com quem o dado foi compartilhado; e revogar consentimento, quando o tratamento tiver sido baseado em consentimento.
Para exercer qualquer um deles, escreva para canalguipa@gmail.com. A resposta sai em até 15 dias.
Para o cadastro de participar, sair é imediato e sem pergunta de volta. Escreva do e-mail que você cadastrou, ou mande o WhatsApp do número que você informou, e o cadastro inteiro é apagado. Revogar o consentimento tem que ser tão fácil quanto foi dá-lo, e aqui é.
Para o relato que você mandou, isso funciona de verdade. Escreva do mesmo endereço de contato que você informou, ou diga a data e o assunto do relato, e ele é localizado e apagado. Se você mandou sem contato nenhum, não há como saber qual relato é o seu, e é bom que não haja: é o que torna o envio anônimo realmente anônimo.
Para o registro de acesso, um aviso honesto. Ele guarda endereço de internet, não guarda nome. Para localizar o seu, seria preciso informar data, horário aproximado e o endereço de internet do acesso, o que quase ninguém tem em mãos. E, mesmo localizando, a eliminação antes dos seis meses esbarra na obrigação legal de guarda. Preferimos escrever isso do que prometer um botão que não existe.
Se você não ficar satisfeito com a resposta, pode reclamar à Autoridade Nacional de Proteção de Dados, a ANPD, pelo site gov.br/anpd.
Crianças e adolescentes
Este site trata de violência contra a mulher e contra criança, e é possível que um adolescente chegue até aqui e escreva no formulário. Nenhuma página pede idade e nenhuma tem comentário aberto, então a campanha não tem como saber a idade de quem escreve.
Se ficar claro pelo próprio texto que o relato veio de uma criança ou adolescente, ele é tratado com a prioridade que o assunto exige e no melhor interesse dela, como manda o artigo 14 da LGPD. E vale a mesma frase que está no topo da página de relato, que aqui importa mais ainda: quem está em perigo agora deve ligar 190 ou 180, porque e-mail lido em horário comercial não socorre ninguém.
Quando esta página mudar
A data no topo é a da última alteração. Mudança de verdade, do tipo que altera o que é coletado, vem com a data trocada e com o trecho reescrito por inteiro, não com emenda no fim.
Esta política foi publicada em 28 de agosto de 2026 e reescrita em 29 de agosto de 2026, quando o formulário de relato entrou no ar. A versão anterior dizia que o site não tinha formulário nenhum, o que deixou de ser verdade: em vez de emendar uma linha, a página inteira foi revista.
Em 5 de setembro de 2026 entrou o cadastro da página de participar, e com ele a seção sobre dado sensível. O resumo do topo também mudou: ele dizia "nenhum cadastro", e a partir daquele dia isso deixou de ser verdade. Frase de política de privacidade que envelhece sem ninguém corrigir é o começo de todo problema com dado.
Em 6 de setembro de 2026 a confirmação por e-mail foi retirada, a pedido da campanha: o cadastro voltou a valer no instante do envio. O que isso custa está escrito na seção do cadastro, e não em letra miúda. A idade mínima, a prova do aceite, o painel com senha e o prazo de descarte continuam como estavam.
Ainda em 5 de setembro de 2026, depois de uma revisão de LGPD, o cadastro ganhou a confirmação por e-mail e a idade mínima de 16 anos, o painel da equipe perdeu o botão de baixar planilha e ganhou registro de quem entra e apaga, e esta página passou a dizer que a conversa com quem se cadastra acontece por Gmail e WhatsApp, o que antes estava implícito e agora está escrito.
