Sua história ajuda a construir políticas públicas
Conte o que você viveu, sem dizer quem é. Muita violência contra a mulher nunca chega a um registro oficial, e o que não é registrado não vira prioridade de governo. Suas respostas mostram esse pedaço que falta e orientam as propostas do Guipa.
São perguntas de marcar. No fim tem espaço para contar com as suas palavras, se você quiser.
ESTE NÃO É UM CANAL DE EMERGÊNCIA.
Se você está em perigo agora, ligue. Funciona 24 horas, é de graça, e dá para ligar sem se identificar. Esta página é um levantamento, é lida em horário comercial e não atende emergência.
O que a campanha faz com as suas respostas
- Junta com as de todas as outras pessoas para ver o que se repete: que tipo de violência, onde, contra quem e quanto disso nunca chegou a um registro oficial.
- Usa esse retrato para construir as propostas do Guipa sobre violência contra a mulher.
- Pode divulgar os números nas redes sociais e nos materiais da campanha, sempre somados e sem ninguém identificado. Por exemplo: qual tipo de violência aparece mais em cada estado.
- Nunca publica a sua história, nem trecho do que você escrever, nem detalhes que permitam reconhecer alguém.
